15 de janeiro de 2018

Catequese na Igreja Particular- Aula do IRPAC - 3º Módulo

Disciplina: Catequese na Igreja Particular
Professora: Marlene Maria Silva
Hoje, 15 de janeiro, encerrou-se o segundo dia da aula da Marlene que levou-nos a uma reflexão profunda sobre o nosso papel enquanto catequistas e coordenadores, além de ter sido uma aula muito dinâmica e com leveza.
Logo abaixo estão algumas pontuações que fizeram com que crescêssemos enquanto Igreja e como pessoa.
Animada pelo Espírito, a Igreja, desde o início, buscou várias mediações a fim de ser fiel ao mandado de Jesus. (DNC 178) A missão da igreja é Evangelizar e deve dar testemunho pela palavra e pela ação, do grande amor de Deus que se revelou em Jesus Cristo para a realização da salvação de todos. A missão da igreja não se limita aos seus próprios membros. A Igreja existe para o mundo, está a serviço do mundo e por isso deve ser fermento na história humana para que ela se desenvolva segundo o projeto de Deus.
A catequese tem um papel primordial na igreja. É lugar de vivência de Igreja, de comunhão, corresponsabilidade, participação. Toda a comunidade eclesial é responsável pela igreja.
Catequista é quem responde a um chamado. É Deus quem chama por meio de Cristo, na Igreja, que envia e acompanha a quem responde a este chamado. É grande a disponibilidade dos catequistas para o serviço à Palavra na comunidade, assumindo um compromisso com a ação evangelizadora da Igreja local. O amor de Deus é o valor mais autêntico e visível nos sinais concretos. Fazer catequese nasce da própria fé em Deus. Cada cristão é elo de uma corrente que faz o amor chegar ao coração das pessoas. Não podemos nos esquecer de que ninguém serve a Deus a não ser do jeito de Jesus Cristo.
Para realizar o trabalho com eficiência, o grupo de catequista precisa ter uma coordenação, lembrando que coordenar é articular.
O catequista enquanto coordenador precisa entender a liderança como um serviço que faz crescer. Entender a dicotomia autoridade e liderança. Um coordenador nunca poderá trabalhar sozinho. É preciso partilhar o compromisso. Fazer companheiros, fazer discípulos, preocupar-se com a formação que sustenta a caminhada.
O catequista é enviado por Deus e pela comunidade, pois é em seu nome que ele fala. O catequista tem consciência de que é Igreja e que atua em nome da Igreja. É alguém “integrado na comunidade, conhece bem a sua história e suas aspirações, sabe animar e coordenar a participação de todos”.

 Em tempo
Durante a aula da Marlene no dia de hoje, fomos agraciados com a visita de Dom Joaquim Moll, deixando-nos a mensagem de que precisamos nos empenhar, aumentar e melhorar a catequese na comunidade, enfatizando que a vida eclesial acontece é na comunidade.
Disse-nos do seu desejo ardente que nos dediquemos amorosamente à catequese. Para chegar a ser um bom catequista tem que fazer o caminho. Devemos ajudar as pessoas a se desenvolverem na fé, a crescerem na fé e que depende de nós fazer com que a esperança seja verdadeira, lembrando-nos de que os padres que se qualificam na catequese tem um papel importante: ajudar aos outros a perceberem as mudanças na catequese dando orientações com empostação catequética.


Enviado por Vera Pimenta











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