12 de maio de 2018

Teografia de Laudicéia Oliveira Silva Carvalho


O que fundamenta uma religião, é essencialmente a nossa compreensão sobre a  revelação mistagógica  que constitui a nossa identidade mais profunda: a nossa fé. Esta é essência que fundamenta o nosso modo de agir, pensar, sentir e ser gratos a Deus. Praticamente temos conhecimento que perpassam os séculos e registram nossa fé através da  apreensão do Mistério em forma de Literatura, doutrinas culturais e a mais conhecida: a herdada dos nossos antepassados. Sou Laudicéia Oliveira Silva Carvalho, casada com o Gerald, mãe do Davi e filha da senhora Dirce Gonçalves da Silva, que é minha referência de fé. Sempre religiosa foi minha primeira catequista e me inseriu na catequese assim que fiz minha “Primeira Comunhão”.
Sempre fui muito curiosa e ninguém até então havia me convencido deste mistério, Deus Uno e Trino: três pessoas num só Deus verdadeiro. E mesmo assim ao completar a maior idade fui catequista de Crisma em Peçanha. Pouco tempo depois me casei, vim pra Cantagalo, onde resido, optei então, começar a procurar respostas para as minhas perguntas. Ausentei-me da Igreja. Foi quando conheci o saudoso Padre Léo da Comunidade de Bethânia que me  fez conhecer um Deus misericordioso, do bem, um Deus do perdão, não do castigo... Um Deus que eu compreendia e me compreendia... Um Deus com o qual eu conversava e ele me respondia no silêncio da sabedoria. Não teve jeito me apaixonei  perdidamente.
Neste momento entrou na minha vida “minha amiga de fé, minha irmã camarada, amiga de tantos caminhos e tantas jornadas” que me faz querer ser melhor sempre: Marinalva carinhosamente: Tia Ná. O melhor foi que ela chamou, eu resisti e ela insistiu – nunca desista de alguém que você quer bem - e eu não tive outro jeito, assumi com ela a coordenação e em seguida minha turma de crismandos, e hoje sou eternamente grata a ela e a Deus por tudo, exatamente por tudo, principalmente pelos pontos a melhorar que deixaram de ser negativos, pois posso ser melhor sempre na graça deste Jesus ressuscitado, que vive em mim , em ti, em nós. E hoje... não tenho tempo algum, pois ser feliz em Deus me consome, apaixonada pela vida, pelo que faço, amoooooo ser tia Lau( professora) e Catequista em Cantagalo/MG a cidade que escolhi pra viver e sou eternamente agradecida.
Afinal, o que as pessoas mais querem é alguém com quem  possam contar. Temos necessidade de sermos compreendidos, temos necessidade uns dos outros, temos necessidade de amar e de sermos amados. Amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos, isto é de uma grandiosidade ímpar, “é preciso ter uma meta, e a nossa meta é muito grande. Quem se acostuma com coisa pequena não pode ir para o céu... o céu é pra quem sonha grande, pensa grande, AMA GRANDE e tem coragem de viver pequeno."
( Padre Léo - 2007)
Senhor, eu estou aberta para receber tudo de bom que o senhor tem pra mim, hoje... Sinto muito, Me perdoe, Eu te amo,
Obrigada, obrigada, obrigada...

Gratidão e honra!!!!!!!!!!!!!!
Paz e bem !!!!!!!!!!!!!!!!

Teografia de Geralda Domingos Pereira Dias


Eu, Geralda Domingos Pereira Dias, sou catequista de uma comunidade rural de Cantagalo-MG.
Aos 7 anos de idade fiz a Primeira Eucaristia e logo recebi o Sacramento da Crisma.
A minha catequista foi minha saudosa mãezinha que era muito religiosa, uma mulher de muita fé.
O tempo foi passando e eu não participava das coisas da Igreja com muita frequência por causa da distância, mas aprendia com meus pais a rezar sempre o Terço e quando podia, meu pai me levava para participar da Missa na cidade. Aos 22 anos de idade eu me casei, tivemos 7 filhos, os 4 mais velhos foram catequizados na comunidade que moramos (Quebra Cangalha) mas a partir de um certo tempo a comunidade ficou sem catequista, então meu esposo e eu pensamos em levar os que ainda não tinha catequese para participar na cidade de Cantagalo, mas pensei: “E as outras crianças da comunidade?”
Então Deus me chamou e eu ouvi a voz me chamando e pedi a misericórdia  de Deus e iniciei a catequese na comunidade. Foi muito difícil  para mim,  pois não entendia nada sobre catequese, mas Deus me deu forças e eu sou catequista até hoje. Graças à Deus!

Maria Eliete Correia Gomes


Sou Maria Eliete Correia Gomes, fui casada por 12 anos, hoje sou divorciada mãe de 2 filhos Thaina e Thiago que  são frutos do meu casamento, grandes bênçãos que Deus me deu.
Atualmente moro com meus pais a quem sou eternamente grata por me apoiarem nos momentos mais difíceis da minha vida.

Meus pais foram meus primeiros catequistas e me ensinaram desde cedo a importância de estar sempre em união com Deus.
Fiz a catequese com a nossa saudosa Dona Conceição, depois fiz o curso de Crisma com a querida Catequista Dirce.
Sempre gostei de participar das celebrações, sempre peço à Deus sabedoria para educar meus filhos e ensiná-los o caminho do bem.
E foi num momento conturbado da minha vida que recebi o convite para participar da catequese, fiquei muito feliz, aceitei, mas por um bom tempo não consegui  seguir como gostaria. Mas minha querida amiga Ná Moreira, coordenadora da catequese não desistiu de mim, então depois de divorciada ela me fez o convite novamente e eu disse sim à Deus! E estou de mente e coração aberto para aprender e passar para as pessoas sobre o quanto Deus é bom e misericordioso e está sempre de braços abertos a nos acolher.

SENHOR FAZEI DE MIM UM INSTRUMENTO DE VOSSA PAZ!
Cantagalo, 5 de maio de 2018.

Teografia de Amilton Graciano de Moura


Sou Amilton Graciano de Moura, casado com Sandra Nunes há 18 anos. Tenho dois filhos Matheus e Thais. Moramos em Cantagalo.

Na minha época não tinha catequese como tem hoje, assim fui crismado quando criança.

Na minha juventude tenho boas lembranças de minha mãe participando de novenas, sempre que podia incentivava a irmos também.
Aos 20 anos de idade já participava de missas e celebrações por livre e espontânea vontade, e em vários momentos senti a presença de Deus manifestando na minha vida, porque vim de uma família muito humilde, e deparei com muitas dificuldades na vida.
E agora recebi o chamado para atuar como catequista, estou muito feliz, porque estou tendo a experiência de ensinar e aprender ao mesmo tempo!
Levar a Palavra de Deus é sempre bom!