20 de setembro de 2014

PRIMEIRO DIA DA NOVENA DE SÃO MIGUEL:“TODOS VÓS SOIS UM SÓ, EM JESUS CRISTO”

Na liturgia de hoje, nós poderemos constatar que a "igualdade" evangélica, a "paridade" da mulher e do homem no que se refere às grandes obras de Deus", tal como se manifestou de tal  modo como se manifestou de modo tão límpido nas obras e nas palavras de Jesus de Nazaré, constitui a base mais evidente da dignidade e da vocação da mulher na igreja e no mundo. Que  bom que vocês vieram!
Pessoa 2: No fim do ano passado, o Papa Francisco presenteou a Igreja com uma bonita carta sobre a evangelização. É um tema bem atual para todos os cristãos, e apresentado pela figura carismática do Santo Padre, vem ao encontro das necessidades da Igreja nos tempos atuais. Nestes dias da Novena de São Miguel vamos refletir um pouco a cada dia sobre a belíssima Exortação apostólica.
Pessoa 1: Com a exortação apostólica Evangelii Gaudium (A Alegria do Evangelho), o Papa Francisco quer que a Igreja saia para levar às pessoas o anúncio cristão. A tarefa, adverte, requer criatividade, a fim de encontrar modos de chegar a todos.
Pessoa 2: No Evangelho hoje, Jesus nos mostra que toda vocação tem um sentido profundamente pessoal e profético. E, na vocação assim entendida, a personalidade da mulher atinge uma nova medida: a medida das «grandes obras de Deus», das quais a mulher se torna sujeito vivo e testemunha insubstituível.
Pessoa 1: Conforme diz o Papa Francisco A Igreja reconhece a indispensável contribuição da mulher na sociedade, com uma sensibilidade, uma intuição e certas capacidades peculiares, que habitualmente são mais próprias das mulheres que dos homens.
Pessoa 2: Segundo o santo padre, ele vê com prazer, como muitas mulheres partilham responsabilidades pastorais juntamente com os sacerdotes, contribuem para o acompanhamento de pessoas, famílias ou grupos e prestam novas contribuições para a reflexão teológica.
Assembleia:  Mas ainda é preciso ampliar os espaços para uma presença feminina mais incisiva na Igreja. Porque «o gênio feminino é necessário em todas as expressões da vida social; por isso deve ser garantida a presença das mulheres também no âmbito do trabalho» e nos vários lugares onde se tomam as decisões importantes, tanto na Igreja como nas estruturas sociais.
 As reivindicações dos legítimos direitos das mulheres, a partir da firme convicção de que homens e mulheres têm a mesma dignidade, colocam à Igreja questões profundas que a desafiam e não se podem iludir superficialmente.
Pessoa 2:  O sacerdócio reservado aos homens, como sinal de Cristo Esposo que se entrega na Eucaristia, é uma questão que não se põe em discussão, mas pode tornar-se particularmente controversa se identifica demasiado a potestade sacramental com o poder.
 Pessoa 1: Quando falamos da potestade sacerdotal, «estamos na esfera da função e não na da dignidade e da santidade.
Assembleia: O sacerdócio ministerial é um dos meios que Jesus utiliza ao serviço do seu povo, mas a grande dignidade vem do Batismo, que é acessível a todos.
Pessoa 2: O poder entendido como domínio, mas a potestade de administrar o sacramento da Eucaristia; daqui deriva a sua autoridade, que é sempre um serviço ao povo.
Assembleia: Aqui está um grande desafio para os Pastores e para os teólogos: ajudar a reconhecer melhor o que isto implica no que se refere ao possível lugar das mulheres onde se tomam decisões importantes, nos diferentes âmbitos da Igreja.









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