8 de outubro de 2014

Seminaristas serão instituídos acólitos

José Aparecido -  André Luiz
Os seminaristas André Luiz Eleotério da Lomba e José Aparecido de Miranda, que atualmente cursam o 3º Ano de Teologia no Seminário Diocesano Nossa Senhora do Rosário, em Caratinga, serão instituídos no Ministério de Acólito, em Celebração Eucarística da Solenidade de Todos os Santos, presidida por dom Jeremias Antônio de Jesus, na noite do dia 1º de novembro, às 19 horas, na Catedral São Miguel, em Guanhães.
A Instrução Geral do Missal Romano[1] resume a funções do acólito: na procissão para o altar, o acólito pode levar a cruz, entre dois ministros que levam velas acesas. Depois de chegar ao altar, depõe a cruz perto do altar, de modo que se torne a cruz do altar; se não, guarda-a em lugar digno. Em seguida, ocupa o seu lugar no presbitério. Durante toda a celebração, cabe ao acólito aproximar-se do sacerdote ou do diácono, para lhes apresentar o livro e ajudá-los em outras coisas necessárias. Convém, portanto, que, na medida do possível, ocupe um lugar do qual possa comodamente cumprir o seu ministério, quer junto à cadeira quer junto ao altar.
Não havendo diácono, depois de concluída a oração universal, enquanto o sacerdote permanece junto à cadeira, o acólito põe sobre o altar o corporal, o purificatório, o cálice, a pala e o missal. A seguir, se for o caso, ajuda o sacerdote a receber os donativos do povo e, oportunamente, leva para o altar o pão e o vinho e os entrega ao sacerdote. Usando-se incenso, apresenta ao sacerdote o turíbulo e o auxilia na incensação das oferendas, da cruz e do altar. Em seguida, incensa o sacerdote e o povo. O acólito legalmente instituído, como ministro extraordinário, pode, se for necessário, ajudar o sacerdote a distribuir a Eucaristia ao povo. Se a Eucaristia for dada sob as duas espécies, na ausência do diácono, o acólito ministra o cálice aos comungantes.

Do mesmo modo, o acólito legalmente instituído, terminada a distribuição da Eucaristia, ajuda o sacerdote ou o diácono a purificar e arrumar os vasos sagrados. Na falta de diácono, o acólito devidamente instituído leva os vasos sagrados para a credência e ali, como de costume, os purifica, os enxuga e os arruma. Terminada a Celebração, o acólito e os demais ministros, junto com o sacerdote e o diácono, voltam processionalmente à sacristia, do mesmo modo e na mesma ordem em que vieram.



[1] Disponível em: http://www.ahoradamissa.com/doc_missal.html#187. Acesso em 08 de outubro de 2014

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