28 de novembro de 2012

A história da catequese – Parte III

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A história da catequese – Parte III

Com essa terceira parte quero finalizar essa história que na verdade não tem fim, muita coisa aconteceu e muita história ainda vamos escrever, cada um de nós, catequistas, temos muitas histórias a contar.
Nesta última parte quero falar sobre a catequese e o Concílio de Trento e o Concílio Vaticano II.
Foi lá pelos anos 1500 que a Igreja teve de enfrentar um problema muito sério, isto é, a separação de uma parte do povo alemão liderado por Lutero. Coisa triste! E por que será que Lutero fez isso? Ele mesmo explicou que aquela separação era um protesto contra o Papa. Lutero achava que o Papa estava deixando entrar no meio do povo muitos erros a respeito da fé. E será que isso era verdade? O que diz a história?
Com a morte do Imperador Carlos Magno havia começado, na Europa, a grande luta pelo poder... O império que ele tinha organizado foi aos poucos se dividindo em várias nações, cada qual com sua própria língua diferente. Indo à Igreja, o povo já não entendia mais o latim e assim, enquanto o padre rezava a Missa, cada qual fazia suas próprias devoções. Chegou-se a um ponto em que, no meio do povo, as superstições se misturavam às devoções. Estava ficando um pouco difícil entender qual era mesmo a fé da Igreja.
Assim, quando Lutero protestou contra o Papa , muita gente foi atrás dele, pensando que ele tinha razão em tudo quanto ia dizendo.
Sabe o que o Papa fez? Convidou todos os Bispos para uma reunião, um Concílio.
Esse concílio foi feito em Trento, entre os anos 1547 e 1563. Lá os Bispos falaram sobre a catequese. Disseram que o povo faltava instrução religiosa e que era preciso dar um jeito!
Então depois do Concílio de Trento, a Igreja começou a dar às crianças e também aos adultos “aulas de catecismo”. Durante essas aulas havia coisas que deviam ser decoradas, porque os Bispos estavam preocupados com a clareza da fé católica.
Devido à descoberta da imprensa, apareceram também os primeiros livros de catecismo. Eles foram escritos por São Pedro Canísio, São Carlos Borromeu e São Roberto Belarmino.
É muito bom seguir um livro que traz as coisas bem claras, mas devemos prestar muita atenção para não transformar a catequese numa aula, ou numa prova de memória. O critério para admitir aos Sacramentos não é somente saber, mas especialmente participar da vida da comunidade, e viver a fé.
Depois do Concílio de Trento, lá na Europa, o pessoal mudou bastante. Ficou mais rico e mais estudado, mas também achou que não precisava mais de Deus. Assim, de um lado, muita gente se afastou da Igreja, indo atrás do poder, do dinheiro, da política, da ciência... Do outro lado, porém, houve também quem levasse as coisas mais a sério, e aí começaram um estudo bastante aprofundado da Bíblia e da Liturgia.
Os Bispos ficaram preocupados vendo que o povo se afastava da Igreja, então o Papa achou por bem reuni-los todos e assim fizeram o Concílio Vaticano II. Isso aconteceu nos anos de 1962 a 1965.
O Concílio Vaticano II foi um grande acontecimento para a Igreja e para o mundo. A maior preocupação dos Bispos foi então aquela de RENOVAR uma Igreja que parecia estar ficando velha. Era preciso que o Evangelho fosse levado novamente a todos os povos, mas de um jeito que todo mundo pudesse entender a mensagem.
OS BISPOS FIZERAM UM PEDIDO À CATEQUESE. PEDIRAM QUE ELA SE TORNASSE CADA VEZ MAIS EVANGELIZADORA, ATÉ LEVAR O POVO A VIVER AQUELA MESMA FÉ DOS PRIMEIROS CRISTÃOS.

Quero manifestar minha satisfação em poder colaborar com este belíssimo meio de comunicação. Foi um prazer poder contar essa história. A proposta agora é a seguinte: Você, catequista, contar a sua história de vida na catequese.
Roberto Magno
Comunidade Nossa Senhora de Nazaré
Joanésia-MG



Teografia

O que me levou a ser catequista?


        O desejo de realizar algum trabalho social sempre fez parte da minha vida. Muitas vezes pensei em realizar alguma atividade na área da saúde, até porque já passei por momentos difíceis nesse sentido e considerei esta área precária do lado humano.
        Em uma conversa com amigas despertou em mim a vontade de ser catequista. Isto ocorreu quando Eliana Alvarenga comentou: “Olha o chamado de Deus” e concretizou quando Leila Gomes disse: “Por que não Silvia? É claro que você é uma pessoa preparada para isso.
        Durante algum tempo refleti sobre o que havia escutado e decidi oferecer a minha ajuda, apesar de pensar que ser catequista requer à pessoa ter um lado humano e especialmente espiritual bem evoluído, algo que ainda me considero muito “criança”. Mas bem sei que é no ato do fazer que mais se aprende e há uma troca que gera crescimento mútuo. E é com este propósito que hoje sou catequista, de despertar e ser despertada pelo amor e para o amor de Deus, que faz com que o ser humano se torne realmente a imagem do Pai. E ainda para completar este propósito penso em seguir o que aprendi com meus maiores catequistas, meus pais, que sempre me orientaram a trilhar caminhos segundo a pedagogia de Cristo.

Silvia Adriana Coelho

24 de novembro de 2012

Formação de catequistas- Paróquia São Miguel

As catequistas da Paróquia São Miguel , na útima quinta-feira (22-11) participaram de um encontro de espiritualidade e Celebração (Entrada no processo catecumenal-sinal da cruz da página 37, do livro proposto para a formação de catequistas).
 O futuro diácono,Wanderlei Rodrigues conduziu muito bem o encontro.
A catequista Terezinha teve a delicadeza de tecer as cruzinhas para serem entregues a cada catequista, durante a entrega da cruz.
Foram realmente momentos ricos de espiritualidade,emoção e confraternização.







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                                                   Deus seja louvado , sempre!

Com alegria, divulgamos!

No dia 18 de Novembro, aconteceu na igreja de São José ( São José do Jacaré), ás 10:00 h  a 1ª eucaristia de Catequizandos da comunidade local e vizinhas.
A santa Missa foi presidida pelo Pároco Pe. Mário, que com todo carinho falou sobre a necessidade da continuação da vida cristã, que não deve ser resumida em “uma primeira e única comunhão”, onde se faz e nunca mais retorna á igreja.E ainda, que o nosso compromisso com Deus deve estar em 1º lugar.
Os catequistas Alair, Mário,Tricia e Camila fizeram um trabalho voluntário que com certeza foi recompensados pelas 28 crianças introduzidas na vida cristã.

 Nossos parabéns ao Alair, Mário, Trícia, Camila, catequizandos,pais e ao Pe. Mário.
Que Deus continue cubrindo-os de bênçãos!



















































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