28 de agosto de 2012

Iniciação Eucarística

No sábado 25 de agosto, a turminha dos catequistas Cássio e Simone, da Paróquia São Miguel, foram iniciados à Vida Eucarística. Parabéns para a turminha. Desejamos de coração que as crianças perseverem.








Mas, o nosso destaque mesmo é para o casal: Cássio e Simone (esposo e esposa) juntos na missão. "Ó que coisa bonita!" O casal  vem desenvolvendo um lindo trabalho. Foram catequistas do filho (em casa e nos encontros de catequese) e catequistas de tantas outras crianças. Eles estão encerrando os trabalhos com a turminha citada acima e já estão desde o início do ano trabalhando com mais duas turminhas da 3ª Etapa Inicial!  Parabéns ao casal! Que Deus os abençoe sempre!

Mensagem do padre assessor da Catequese Diocesana de Guanhães a todos os catequistas



A você catequista desta amável diocese, meus parabéns pelo seu dia, pelo seu ministério e pela dedicação a evangelização.
Ser catequista é servir o Reino com a ternura do MESTRE JESUS CRISTO.


Padre José Aparecido dos Santos
 Peçanha, MG

27 de agosto de 2012

Homenagem aos Catequistas

No sábado dia 26 de agosto, as catequistas da paróquia São Miguel se reuniram para uma confraternização  e celebração do Dia do catequista. Foi um dia bastante agradável. Iniciou-se com uma belíssima oração e um delicioso lanche foi servido. Aproveitou-se o dia para descanso,lazer, brincadeiras ,banho na piscina, futebol, bingo para sorteio de prendas... Para o almoço, mais surpresas: além de delicioso, o grupo de catequistas recebeu a visita carinhosa de Dom Jeremias que convidado para o almoço, atendeu prontamente. Que simpatia de pessoa, é o nosso Novo bispo!

O grupo homenageou Dom Jeremias cantando  a seguinte música :

Homenagem a Dom Jeremias
( Letra e música de Terezinha Andrade , catequista de turmas de Crisma)

Recebemos com alegria/À notícia da nomeação/De um novo Bispo da Diocese/E desde então, abrimos o coração/Para acolher Dom Jeremias/Que veio de longe/ Mas, já está em nosso chão.

Refrão:
Viva, viva nosso Bispo /que se chama Jeremias/ Que Deus lhe dê anos de vida/Que São Miguel seja sempre o seu guia/ Que Deus lhe dê sabedoria/ Pra conduzir nossa Diocese com alegria. 

Tanta gente esperando/ a chegada do nosso pastor/ Nossas preces foram ouvidas/ Agradecemos a Deus nosso criador/ Com nosso bispo continuaremos/ como discípulos a caminho do Senhor.

Nossa Diocese foi abençoada/ A mão de Deus sempre nos agraciou/ Trinta de maio de 2012/ Recebemos a notícia com amor/ Foi escolhido Dom jeremias/ E sua resposta foi um SIM como Maria.

Nossa Diocese toda mineira/ Hoje conta com muitas comunidades/ Povo simples, mas trabalhador/ Faz de tudo pra viver em unidade/ Com Dom Felippe, Dom Emanuel/ caminhamos guiados por São Miguel.

A Catequese da Diocese/ Dá boas vindas ao nosso pastor/ Tua presença nos enriquece/Acolhemos com respeito e amor/ Muito obrigado Dom Jeremias/ Pois o teu sim, trouxe muitas alegrias/

Jeremias, Jeremias,/Grande profeta e também nosso pastor/ Inspirando no Sim de Maria/ Tornou discípulo amado do senhor/ Que Deus coloque em sua boca/ A Palavra que Jesus anunciou.

Pe. Saint Clair também se fez presente.
O grupo agradece ao Pe. Saint Clair  e a coordenadora Edelveis pela homenagem .













Paz e bem!

25 de agosto de 2012

Ser Catequista é uma conquista!


SER CATEQUISTA É UMA CONQUISTA.”

É ser escolhido(a) por Deus, entre muitos batizados, a fazer acontecer o seu Reino, aqui e agora.
“O catequista nasce da exuberância da felicidade. E por isso mesmo, quando perguntados sobre o que fazem numa comunidade, os catequistas deveriam ter a coragem para dar a absurda resposta: “Sou um pastor da alegria...” e um pedagogo de Deus.
Parabéns, catequista, pela sua nobre missão!

Equipe de Coordenação Diocesana de catequese. 

22 de agosto de 2012

Parabéns Catequista!


Ser Catequista!


Educar é mandato sublime, seja em qual for a área do conhecimento humano. Já instruir na fé é ministério sagrado, reservado a seres especiais. Assim se constitui a missão do(a) catequista. Voz da Igreja que parte, amplia e reparte o alcance do anúncio libertador. Pessoa de abdicação, inserida no seu tempo, atualizada. Estrategista que encontra tempo e disposição de se colocar a serviço. Malabarista equilibrador de trabalho, família e Igreja. Acrobata que se sustenta nas finas cordas das labutas diárias, amparado por uma força maior, causando suspiros nervosos e aplausos no final. Agricultor cujo cultivo são as amizades, cuidadas com fineza nos gestos e regadas pela delicadeza materna no trato, anunciadores e reveladores do amor Criador. Matemático prático que se divide e multiplica, dando conta de reuniões, encontros, planejamentos, estudos e infindáveis documentos eclesiais. Artista talentoso interpretador de vários papéis, sendo pai, mãe, médico, escritor, cantor, animador, palhaço, terapeuta, diretor espiritual e tantos quantos forem necessários.

De forma bem resumida, o catequista é isso! Mas ser catequista é muito mais! É apresentar a boa nova a mentes e corações sedentos do Eterno. Apaixonar-se pela vida e pelo seu ministério, saboreando o banquete da partilha e temperando com generosas pitadas do Sagrado a vida de sua gente. Fazer com que nos reconheçamos filhos amados, descortinando um horizonte no qual nos percebemos participantes de uma mesma e grande família. Despertar a co-responsabilidade, sentimento e atitude impulsionadora ao cuidado com o próximo, o planeta. Polir o espelho de nossa existência, embaçado pela modernidade egoísta, deixando-nos enxergar nossa imagem no outro, semelhante que nos instiga a ser melhores. Fazer experienciar que o Sublime se “gentificou”, dignificando nossa espécie, na certeza da possibilidade de santificarmos a humanidade, eternizando o oculto numa aparência passageira. É ser profeta, enxergar além, garimpar a presença de Deus nas labutas humanas, apontar com segurança, criatividade e ousadia o Caminho que nos leva ao Pai.

Enfim, ser catequista é, acima de tudo, ser “ser-humano” obediente ao projeto do Pai, ser cristão consciente de sua missão de espalhar a Boa Nova do Reino a todas as criaturas.

Pe. Marlone Pedrosa
Comissão Bíblico-Catequética da Diocese de Caratinga-MG
Da Revista Online Catequese Hoje

21 de agosto de 2012

Homenagem aos Catequistas da Diocese de Guanhães



Agradecemos a colaboração do Roberto Magno de Joanésia pelo envio da mensagem aos catequistas da Diocese de Guanhães e convidamos você para nos enviar materiais sobre a catequese (artigos, notícias, mensagens, eventos, fotos, etc.) através do e-mail catequesediocesedeguanhaes@gmail.com



Paz e bem!

19 de agosto de 2012

Quantas emoções!!! Posse de Dom Jeremias!



Mensagem da Edelveis, a Dom Jeremias, em nome dos leigos da Diocese.

"Bom dia a todos!

Autoridades presentes, civis, religiosas,seminaristas, leigos consagrados, irmãs e irmãos leigos, Dom Jeremias!

Nossa diocese, embora tão nova, já passou por altos e baixos, momentos de tristeza e grandes alegrias. Para se tornar diocese em 1986, a caminhada não foi fácil, não houve um preparo inicial e não tínhamos experiência. Quando um bispo também recém-sagrado chegou, nem residência episcopal havia para ele, que foi abrigado na casa paroquial. Mas Guanhães é uma Diocese abençoada. Tivemos o privilégio de ter como primeiro bispo Dom Antônio Felippe da Cunha, que com simplicidade e com a “Presteza de Maria”, como um índio corredor (Guanhanhã), chegou e foi plantando as sementes, organizando as pastorais, anunciando, denunciando e incentivando a luta pela causa do Reino e a evangélica opção preferencial pelos excluídos. Após sua saída, seu falecimento, pudemos constatar que “por aqui realmente passou um homem de Deus”.

Pois aqui floresceram as flores da esperança e nossa fé se fortaleceu. Era o ano de 1995, e nós uma diocese ainda criança estávamos sem Bispo. Mais uma vez, pela providência divina, recebemos a ajuda de Dom José Heleno e padre Saint Clair, então administrador diocesano. Assim, continuamos caminhando e sonhando com a chegada de um novo pastor. Então recebemos ”Deus conosco Emanuel,” que a serviço da misericórdia continuou os trabalhos iniciados com dedicação e amor. Dom Emanuel foi um pai, amigo e irmão, sempre sensível às lutas e dificuldades deste povo. Profundamente fiel ao projeto do Reino, ele fez com que nos tornássemos mais conscientes e por que não dizer, ousados.

Ficamos novamente órfãos, porém com mais maturidade. Construímos juntos o plano pastoral para ação evangelizadora, graças ao empenho de monsenhor Marcello, juntamente com os agentes de pastoral e a equipe de animação da ação evangelizadora, enfim todos conseguimos fazer uma parte sua parte e assim, os trabalhos foram acontecendo. Desta vez não demorou tanto... e Deus novamente nos privilegia enviando-nos Dom Jeremias Antônio de Jesus, vindo da terra da mãe Aparecida , com o anseio de que a vontade do Pai seja feita em sua vida e em seu pastoreio.

Dom Jeremias, é com imensa felicidade e muita esperança, que nós leigos, juntamente com o clero seminaristas e religiosas o acolhemos com todo carinho. Em sua primeira entrevista à Rádio Vida Nova FM, o senhor disse que sua sagração tinha sido um presente de aniversário que o santo Padre lhe dera. E no dia quatro, o senhor reafirmou que Guanhães é um presente de Deus. Pois digo-lhe que presenteada foi nossa Diocese. Mais uma vez recebemos um grande presente de Deus. Sua chegada aqui nos faz cantar.

Sabemos que há muito trabalho e muitos desafios em nossa cidade e em nossa Diocese. Já sabemos também de seu desejo em exercer com alegria e solicitude o pastoreio, aqui, onde Deus o está plantando. Preciso dizer-lhe que queremos caminhar junto com o Senhor, somar como cristãos participativos e atuantes. Conte conosco e saiba, que o senhor já mora em nosso coração e desde que seu nome foi anunciado, o senhor não deixou e não mais deixará de contar jamais com nossas orações.

Sabemos enfim que, "pode a tristeza durar até o anoitecer, mas a alegria sempre vem ao amanhecer." Assim, se hoje a alegria inunda nossos corações é por que sabemos que na alegria ou na tristeza, sempre seremos uma Diocese bem pastoreada e cheia da graça de Deus.

Seja muito bem vindo, Dom Jeremias!"

16 de agosto de 2012

Como diz a música: É isso aíííí...


IGREJA-GENTE
Edward Neves M. B. Guimarães


Igreja-gente tem alicerce:
A vida-exemplo do “Mestre”
Ela é feita em mutirão
E está sempre em construção...
Suas paredes não são frias,
São feitas com três de tijolos:
Fé, esperança e caridade.
Na brita da justiça do Reino
Misturam-se duas realidades:
Cimento da compaixão
E areia da misericórdia.

Igreja-gente tem portas:
Que são feitas de fraternidade,
Pintadas com tintas brilhantes
De delicadeza e sensibilidade.
Ficam sempre abertas pra acolher
Os de dentro e os de fora,
Os antigos como os novos.

Igreja-gente tem janelas:
Que iluminam e apontam
A beleza do jardim,
Mas revelam no horizonte
Nossa futura plenitude.
São feitas da mistura:
Memória dos gestos e palavras
De quem o Reino anunciou
Com a busca de respostas,
na criatividade do Espírito,
Aos anseios das pessoas.

Na Igreja-gente não falta alegria
Pois, lá cada um é gente:
O bispo, o presbítero e o diácono
Igualmente o sacristão e o coroinha;
Cada religioso ou religiosa é gente,
Assim também cada leigo;
Idosos e adultos,
Do mesmo modo, jovens e crianças...
Cada homem e mulher é gente
Casados ou solteiros,
Heteros ou homossexuais,
Santos ou pecadores...
Ninguém deixa de ser gente.
Na Igreja-gente todos são iguais
Precisam de carinho
Cuidado e proteção
Não pode faltar respeito,
atenção e amor...

Fique por dentro:




Na manhã desta quinta-feira, 16 de agosto, monsenhor Marcello Romano divulgou seu brasão episcopal. A ordenação episcopal do novo bispo de Araçuaí será aos 8 de setembro, em Conceição do Mato Dentro, sua terra natal, às 10h. E a posse canônica aos 16 de setembro, às 9h, em Araçuaí. Confira abaixo a descrição.

Descrição Heráldica
Escudo: De esmalte azul com uma Cruz Tal em ouro sobreposta. Um coração vermelho flamejante, encimado por um fogo formado por três chamas. Sobre o coração uma coroa de espinhos, formada por corações vazados.  Abaixo da Cruz Tal uma Flor de Liz azul.
Insígnias: Chapéu Prelatício verde, forrado de vermelho, do qual pendem, de cada lado, três fileiras de borlas e seus cordões também verdes. Uma Cruz Pastoral de ouro, ornada com cinco rubis.
Listel em prata com o lema: "FAZER O AMOR SER AMADO".
Simbologia:
O chapéu verde, símbolo da dignidade episcopal, lembra Jesus Cristo, Cabeça da Igreja. As doze borlas lembram os doze Apóstolos, Alicerces da Igreja. É também conhecido como “Chapéu do Peregrino” para lembrar que o bispo é missionário a serviço da esperança (verde).
A cruz pastoral dourada, que perpassa todo o brasão, simboliza o trono glorioso de Cristo e a Redenção que Ele realizou através de sua Morte e Ressurreição. O Anúncio da Salvação, realizada por Cristo, deve chegar a todos e a Cruz, indicando os quatro pontos cardeais, recorda a universalidade da Missão da Igreja. As cinco pedras de rubi lembram as Chagas de Cristo, e que a entrega do novo bispo à missão deve ser total, assim como foi total a entrega que Cristo fez de Si mesmo na cruz.
O Escudo de cor azul evoca o Infinito e o próprio Deus. Também lembra a proteção de Nossa Senhora. Sobre o brasão, uma CruzTau, referência à espiritualidade franciscana, que sempre marcou a vida do novo bispo. Sobre ela, o Coração Sagrado de Nosso Senhor,rodeado por uma Coroade espinhos, formada por corações vazados. São nossos corações, tantas vezes vazios de amor a ferir o Coração do Senhor. Nossa vida toda precisa ser uma resposta de amor ao Amor de Deus por nós.
As três chamas que formam o fogo flamejante do coração lembram que todo serviço deve ser aquecido, iluminado e guiado pela Trindade, fonte do Amor generoso e gratuito.
Abaixo da cruz encontra-se uma Flor de Liz azul. É a presença maternal de Maria na vida do novo bispo. Ela recorda que Maria intercede por seus filhos e que estará sempre presente na vida do novo bispo, inclusive nos momentos difíceis, assim como esteve aos pés da cruz, junto de seu Filho Jesus.
O lema do listel prateado traz a inscrição “FAZER O AMOR SER AMADO” De inspiração franciscana, iluminará e guiará o ministério episcopal de dom Marcello com o desejo constante de glorificar a Deus e de levar todas as pessoas ao encontro do Amor Encarnado.

Nomeação do monsenhor Marcello Romano
O papa Bento XVI nomeou, aos 13 de junho, para a diocese vacante de Araçuaí (MG), o padre Marcello Romano, 47 anos. Monsenhor Marcello Romano foi administrador diocesano de Guanhães (MG) até a nomeação, aos 30 de maio, de dom Jeremias Antônio de Jesus, ordenado em Atibaia (SP) aos 4 de agosto.

Biografia
Monsenhor Marcello nasceu em Conceição do Mato Dentro (MG), em agosto de 1965. Estudou Filosofia na Escola Teológica do Mosteiro de São bento, no Rio de Janeiro (RJ), e, posteriormente, Teologia no Seminário Diocesano “Nossa Senhora do Rosário”, da diocese de Caratinga (MG).
Ordenado presbítero em 1994, monsenhor Marcello foi vigário paroquial da Paróquia São Miguel e Almas, em Guanhães (28 de janeiro a 8 de outubro de 1995), pároco em Braúnas (4 de outubro de 1995 a agosto de 1997) e em Joanésia (4 de outubro de 1995 a 7 de outubro de 1998), pároco em São Sebastião do Maranhão (7 de outubro de 1998 a 6 de dezembro de 2000), pároco em Conceição do Mato Dentro ( 6 de dezembro de 2000 a 2 de agosto de 2012), administrador paroquial em Morro do Pilar e Santo Antônio do Rio Abaixo (2 de agosto de 2004 a 7 de novembro de 2006), pároco em Peçanha (2 de agosto de 1998 a 7 de janeiro de 2012). Desde 7 de janeiro de 2012, exerce o ministério presbiteral em Conceição do Mato Dentro. Monsenhor Marcello foi também reitor do Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinho; coordenador da Comunidade Vocacional Bom Jesus, coordenador da Pastoral Vocacional, promotor de Justiça na Causa de beatificação do Servo de Deus Cônego Lafayette da Costa Coelho, assessor da Catequese Diocesana e membro do Colégio de Consultores, do Conselho Presbiteral e Vigário Geral.

O que foi postado sobre a Divulgação do Brasão de Monsenhor Marcello está disponível em www.diocesedeguanhaes.com.br

Posse canônica de Dom Jeremias-Domingo 19/08 às 10 h


Trata-se da tomada de posse canônica da Diocese. O bispo não se apropria de uma Diocese, mas ela lhe é confiada. Trata-se mais de uma investidura numa função. O bispo é chamado e enviado a servir a uma porção do povo de Deus, que é a Diocese. Existe, antes, um envio. Como Jesus Cristo enviou os apóstolos para o mundo inteiro, ainda hoje na Igreja homens escolhidos por Cristo são enviados para exercer o ministério messiânico por todo o mundo. No caso dos bispos, em nome de Cristo eles são chamados e enviados pela Igreja na pessoa do Sucessor de Pedro, o Papa.
Normalmente, o novo bispo de uma Diocese toma posse ou é investido em sua função no próprio rito da ordenação. Acontece assim quando ele é ordenado bispo na sua igreja catedral. Isso vem expresso, sobretudo, pela Leitura da Carta Apostólica de sua eleição pelo Papa, o gesto de assentar-se na cátedra da catedral, onde é conduzido pelo bispo ordenante, logo após o rito sacramental da ordenação, e pela presidência da Eucaristia após sua ordenação episcopal.
É diverso o modo de proceder da Igreja, quando o novo bispo vem transferido de outra Diocese ou foi ordenado bispo em outra igreja. É este o caso de Guanhães com a chegada de Dom Jeremias Antônio de Jesus.
O rito de tomada de posse, que marca o início do exercício do múnus pastoral na sua Diocese, se chama Recepção do bispo em sua igreja catedral. Igreja catedral, porque nesta igreja está a sede, a cátedra, a cadeira de presidência, de onde o bispo exerce seu ministério pastoral.
Esta recepção se realiza no contexto de uma Missa estacional, isto é, presidida pelo bispo. Hoje em dia, já não se chama Missa pontifical, mas Missa estacional, isto é, uma Celebração Eucarística festiva presidida pelo bispo. O Cerimonial dos Bispos qualifica assim a Missa Estacional: “A manifestação mais importante da Igreja local dá-se quando o Bispo, na qualidade de sumo sacerdote do seu rebanho, celebra a Eucaristia, mormente na igreja catedral, rodeado do seu presbitério e ministros, com a plena e ativa participação de todo o povo santo de Deus. Esta Missa, chamada “estacional”, manifesta não somente a unidade da Igreja local, mas também a diversidade dos ministérios ao redor do Bispo e da sagrada Eucaristia. Para ela, portanto, se convoque o maior número possível de fiéis, nela concelebrem os presbíteros com o Bispo, desempenhem os diáconos o seu ministério, exerçam os acólitos e leitores as suas funções” (n. 119).
Queremos lembrar os elementos próprios dessa celebração, procurando o seu sentido sagrado. Eis os elementos: 1) O bispo é recebido à porta da igreja catedral pela primeira dignidade do cabido, ou, não havendo cabido, pelo reitor da mesma igreja, que apresenta o crucifixo a beijar e a seguir, o aspersório da água benta, com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes. 2) O bispo é conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. 3) Todos se paramentam na sacristia e tem início a Missa estacional. Feita a reverência ao altar, o Bispo dirige-se para a cátedra. Terminado o canto de entrada, saúda o povo, senta-se e recebe a mitra. 4) Um dos diáconos ou um dos presbíteros concelebrantes apresenta a Carta Apostólica ao Colégio dos Consultores na presença do Chanceler da Cúria, que exara a respectiva ata. A seguir, do ambão, lê ao povo a referida Carta Apostólica. 5) Feito isto, se for costume, a primeira dignidade do cabido, ou não havendo cabido, o reitor da igreja dirige uma saudação ao Bispo. Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte do clero, e alguns fiéis, e se for oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproximam-se do seu bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito. 6) A Missa prossegue como de costume e na homilia, após o Evangelho, o Bispo dirige pela primeira vez a palavra ao seu povo.
Uma palavra sobre cada um dos elementos apontados. Na acolhida temos o beijo à cruz, a água benta e a vista de adoração ao Santíssimo. Comemora-se aqui o múnus pastoral do bispo na Diocese.
A cruz: O bispo tem como missão viver e anunciar o Evangelho, o mistério pascal, simbolizado pela cruz do Senhor.
A água benta: Lembra e renova o batismo. O bispo tem a missão de anunciar o Evangelho, fazer discípulos de Cristo todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a observar tudo quanto Jesus lhes mandou (cf. Mt 28,19-20).
A adoração do Santíssimo: A Igreja faz a Eucaristia e a Eucaristia faz a Igreja. Toda ação pastoral deve levar à celebração e à vida eucarística.
Ocupação da cátedra: A cátedra simboliza a Igreja particular confiada ao zelo pastoral do novo bispo. É na catedral que ele alimenta sua fé. Desta sede ele parte como bom pastor para apascentar as suas ovelhas, em sua missão profética, sacerdotal e real, conduzindo o seu povo pela pregação do Evangelho, pela presidência do culto (santificando) e como guia do povo de Deus profético, sacerdotal e real.
A Carta apostólica e a saudação: O novo bispo não vem em nome próprio, mas em nome de Cristo. Ele foi eleito e enviado a esta Igreja particular com uma missão. Por isso, o Povo de Deus da Igreja particular o acolhe, lhe presta obediência e se dispõe a colaborar com o seu ministério pastoral.
A homilia: Na homilia, após o Evangelho, o Bispo dirige pela primeira vez a palavra ao seu povo. À luz da Palavra de Deus, cria-se o primeiro vínculo de fé e de caridade entre o Bispo, os padres, os diáconos, o seminaristas, os religiosos e as religiosas e todos os fiéis leigos da Diocese, agrupados nas comunidades paroquiais. Os fiéis recolherão os motivos de preces e da grande Ação de graças que se seguem, e vão sentir-se enviados para anunciar e estender o Reino de Deus pela palavra, pela colaboração na ação pastoral e, sobretudo, pelo testemunho de vida cristã.
Se o arcebispo metropolitano introduzir o bispo em sua igreja catedral o rito é um pouco alterado. Seguirá a seguinte ordem: “Se o próprio Metropolita introduzir o Bispo em sua igreja catedral, à porta da igreja, ele apresenta o Bispo à primeira dignidade do cabido e preside à procissão de entrada. Saúda o povo na cátedra e manda que sejam apresentadas e lidas as Letras Apostólicas. Terminada sua leitura e após a aclamação do povo, o Metropolita convida o Bispo a sentar-se na cátedra. Depois o Bispo se levanta e canta-se: Glória a Deus nas alturas, segundo as rubricas” (Cerimonial dos Bispos, n. 1145).
Vivida assim, a celebração da Recepção do Bispo em sua igreja catedral será uma grande graça para a Comunidade diocesana. Compreende-se melhor o mistério da Igreja, com seus variados ministérios e funções. Consolida-se a unidade na diversidade da Igreja, compreendida pelo Concílio Vaticano II como “o povo reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (LG 4).
Frei Alberto Beckhäuser, OFM

Adaptação do site da Diocese de Caratinga. Disponível em: www.diocesecaratinga.org.br
Acesso em: 24/5/2011

15 de agosto de 2012

Procure ler...




     A Iniciação à Vida Cristã atende a um pedido da 46ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil ocorrida em 2008. É também um desdobramento do Diretório Nacional da Catequese, aprovado em 2005.
     Deve ser entendida como um desafio a ser encarado com DECISÃO, CORAGEM e CRIATIVIDADE, já que geralmente tem sido pobre e fragmentada. Faz-se necessário que as pessoas sejam educadas na fé, tendo um maior contato com Jesus Cristo, seguindo-o. Caso contrário, não se concretiza a missão evangelizadora.
   A Iniciação não é apenas um anúncio de textos ou normas. A proposta é ajudar a pessoa a ter um ENCONTRO VIVO COM O RESSUSCITADO.
    Como poderemos ajudar as pessoas a experimentarem deste encontro?
    Estamos prontos para usar nossa criatividade e coragem propondo isso às pessoas?

O uso da Bíblia na catequese


O uso da Palavra de Deus nos encontros


Conhecer a narrativa bíblica e a sua expressiva influência na vida, nos faz perceber a importância da Bíblia na catequese.  Com vários textos bíblicos que prestigiam a interação Fé e Vida exposta na relação de amor entre Deus e o Povo (no Antigo e no Novo Testamento), a Palavra de Deus é indispensável nos encontros. Portanto, pensar a Bíblia como fonte dos encontros implica, para o catequista, conhecer os temas básicos que permeiam a Palavra de Deus.

É importante salientar que ninguém precisa ser perito em Bíblia. Basta ter a compreensão das suas principais dimensões: o contexto e a experiência do povo. Conhecer a realidade dos catequizandos e valorizar a Palavra de Deus nos encontros produzirá fruto saboroso: compreender Deus agindo na história. 

O uso da Palavra de Deus não se limitará a “falar” da Bíblia; Tornar-se-á importante se realmente proporcionar uma verdadeira experiência de Deus. Por isso, é indispensável considerar a idade dos catequizando e sua psicologia para que a mensagem bíblica seja percebida e compreendida por eles.

As crianças de 7 e 8 anos são, por natureza, abertas e interessadas. Gostam de brincar, admiram-se com muitas coisas e apreciam símbolos e expressão corporal. Esta idade traz o valor das descobertas, e a catequese poderá despertar o gosto pela Bíblia. Há, porém, um cuidado a ser considerado: algumas narrativas não contribuem para o amadurecimento na fé e podem causar percepções obscuras, como histórias onde as pessoas desrespeitam outras, ou, para alcançar seus interesses, são capazes de matar e mentir. Temos exemplos claros na Bíblia: o caso de Caim e Abel, a Paixão de Jesus e textos do livro Juízes. Nesta idade é interessante usar textos que falem de Jesus como amigo, alguém que acolhe e ama os pobres e pequenos.

Aos 9 e 10 anos as crianças estão mais socializadas e interessadas em aventuras, viagens e jogos. Querem conhecer algo mais concreto e logo percebemos uma interação maior com grupos e os adultos. Os encontros podem aproveitar esta fase para dar informações sobre a Bíblia: quando foi escrita, por quem, em que língua e para que. Outra questão é aproveitar a facilidade das crianças com os jogos para introduzir os lugares, o povo, os costumes e os mapas bíblicos. Tem que se tomar outro cuidado: evitar falar de cronologia e classificar eventos bíblicos. Isto embanana o encontro e torna tudo difícil. É hora de adentrar na vida de Jesus e conhecê-lo mais de perto.
 
Na idade entre 11 e 12 anos, que é a fase da pré-adolescência, o jovenzinho tem melhor capacidade para generalizações e consegue acompanhar um raciocínio lógico. Consegue expressar o que sente do mundo e mostra uma maturidade progressiva. Este é o momento para trabalhar a Eucaristia como memória do Mistério Pascal bem como a presença do Ressuscitado no meio de nós. Mas, na catequese se deve evitar falar do demônio e de anjos, lendas e milagres. Ainda está presente a mentalidade mágica. É oportunidade excelente para falar de profetas e para as questões sociais que enfrentaram com muita coragem. Os textos bíblicos ajudam a conhecer quem foi Jesus, seu grupo de amigos, os valores do Reino. Com o desenvolver da idade, os encontros podem falar sobre a vocação e trabalhar os textos em que Jesus chama os discípulos e outros personagens do Evangelho, como André e Mateus. Após os 12 anos, apresentar personagens bíblicos que agiram com sabedoria e bom senso. É a fase em que o jovem aprecia um “herói”.

Com os jovens, podemos explorar algumas narrativas que já apresentam cenas montadas, como é o caso do Evangelho de João, basta escolher bem a cena e distribuir as tarefas para uma encenação. Para os jovens de 18 e 19 anos, o diálogo de Jesus com Nicodemos é muito bacana. Pode-se trabalhar com perguntas que direcionem uma reflexão existencial e possa trazer a tona alguns desafios que os jovens enfrentam hoje, principalmente os conflitos internos em relação a própria identidade e os apelos da imagem que a mídia tanto explora.

Na Bíblia, há variedade de narrativas, porque o povo compreendeu o amor de Deus em sua própria história, nas lutas e dificuldades do cotidiano. A história traz consigo nossa identidade, nosso modo de ver as coisas. Quem não sabe contar uma história, não sabe contar sua própria vida, se perde em narrativas vazias e descentradas. Resgatar as narrativas bíblicas na catequese é torná-las alicerce de verdadeiros cristãos.

Helia Carla de Paula Santos
Equipe do Instituto Regional de Pastoral Catequética
01.07.2012

A assunção de Nossa Senhora

Maria foi “assunta ao céu” porque “levantou-se apressadamente” em direção ao serviço; ela foi “assunta” porque assumiu tudo o que é humano, porque “desceu” e se comprometeu com a história dos pequenos e marginalizados. Por isso, Deus a engrandeceu plenamente.

Realiza-se em Maria a situação final prometida a toda humanidade: “ser um dia de Deus e para Deus”; Maria o é desde o início (imaculada) até o final (assunção), através de uma fidelidade servidora de toda sua vida.
 
Em Maria resplandece o projeto divino sobre a criatura humana: a dignidade do ser humano aparece plenamente iluminada neste destino supremo já realizado na Virgem Maria. Ela deixou-se envolver pelo Espírito – assumida e transformada – no seio da Trindade Vida.

A Assunção não é um privilégio excepcional de Maria, mas a imagem de nosso próprio destinoCrer na Assunção alimenta a esperança; por isso Maria é o ícone da esperança. Como disse Pio XII ao proclamar o dogma da Assunção: “o essencial da mensagem é reavivar a esperança na própria ressurreição”, ou seja, em sermos assumidos inteiramente no seio do Mistério original de toda vida. Por isso, a festa da Assunção é nossa festa, pois fala de uma fidelidade duradoura, de um além que se faz sempre mais próximo e presente, de uma vida ainda a caminho da plenitude; enfim, antecipação do destino último de nossa vida.

Nesse sentido, o cântico de Maria é um resumo de todas as esperanças de Israel e, ao mesmo tempo, uma expressão condensada da fé, da esperança e do amor da Igreja, o novo Povo de Deus. Maria canta agora a realização das esperas e das esperanças cantadas, nas horas de júbilo e nas horas de pranto, pelo povo de Israel. A esperança se realiza no encontro, que impele a sair, a caminhar, a ir ao encontro, narrar aos outros o fogo que se acendeu por dentro. As promessas do Magnificat não são uma utopia nebulosa. Elas estão fundamentadas na esperança-certeza da fidelidade amorosa de Deus.

Pe. Adroaldo Palaoro sj
Coordenador do Centro de Espiritualidade Inaciana
14.08.2012

Campanha da Fraternidade 2013


14 de agosto de 2012

Ai de mim, se eu não anunciar!


1.Acolhida


2. Mantra:  Desde a manhã, preparo uma oferenda,
E fico, Senhor, à espera do teu sinal. (2x)

3. Leitura da primeira carta de São Paulo aos Coríntios (9,16-23)
Anunciar o Evangelho não é para mim motivo de glória.
É, antes, uma necessidade que se me impõe.
Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!
Se eu o fizesse por iniciativa minha, teria direito a uma recompensa.
Mas, se o faço por imposição, trata-se de uma incumbência a mim confiada.
Então, qual é a minha recompensa?
Ela está no fato de eu anunciar o Evangelho gratuitamente,
sem fazer uso do direito que o Evangelho me confere.
Assim, livre em relação a todos, eu me tornei escravo de todos,
a fim de ganhar o maior número possível.
Com os judeus, me fiz judeu, para ganhar os judeus.
Com os súditos da Lei, me fiz súdito da Lei, para ganhar os súditos da Lei.
Com os fracos, me fiz fraco, para ganhar os fracos.
Para todos, eu me fiz tudo, para certamente salvar alguns.
Por causa do Evangelho eu faço tudo, para dele me tornar participante.

Silêncio – breve partilha

4.  SALMO 145

Quero cantar ao Senhor, sempre enquanto eu viver,
Hei de provar seu amor, seu valor e seu poder. (2x)

A. Ó Deus, meu Rei, quero exaltar-te e bendizer teu nome eternamente e para sempre.
B. Quero bendizer-te todo dia, louvar teu nome eternamente e para sempre.
A. Grande é o Senhor e digno de todo louvor. Não se pode medir sua grandeza.
B. Uma geração conta à outra as tuas obras, anuncia tuas maravilhas.
A. Proclama o esplendor glorioso da tua majestade e narra teus prodígios.
Quero cantar ao Senhor...
A. O Senhor é clemente e misericordioso, lento para a ira e rico de graça.
B. O Senhor é bom para com todos, compassivo com todas as criaturas.
A. Que todas as tuas obras te louvem, Senhor e te bendigam os teus fiéis.
B. Proclamem a glória do teu Reino, e falem do teu poder.
A. Teu Reino é Reino de todos os séculos, teu domínio se estende a todas as gerações.
B. Fiel é o Senhor em suas palavras, santo em todas as suas obras.
Quero cantar ao Senhor...
A. O Senhor ampara todos os que caem e reergue todos os combalidos.
B. O Senhor é justo em todos os seus caminhos, santo em todas as suas obras.
A. O Senhor está perto de todos que o invocam, dos que o invocam de coração sincero.
B. Satisfaz o desejo dos que o temem; escuta o seu clamor e os salva.
A e B. Que nossa boca fale o louvor do Senhor, e todo ser vivo bendiga o seu santo nome.
Glória ao Pai, pelo Filho, no Espírito,
Para hoje e para sempre. Amém.
Quero cantar ao Senhor...

5. Pai Nosso...

6. Bênção
Abençoe-nos o Senhor, nosso Deus:
O Pai, que com amor nos criou;
O Filho, que pela cruz nos salvou.
O Espírito-Amor que nos santificou.
AMÉM.

Inês Broshuis
Comissão Regional para Animação Bíblico-Catequética do Leste 2

12 de agosto de 2012

Aos nossos pais com carinho!

Foto: Um abraço, meu amigo!

11 de agosto de 2012

Recompensas


“Recompensas” ou  bem aventuranças:                            

1ª) "Bem aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Quem são os pobres de espírito?Os que colocam Deus em primeiro lugar. Acima das questões materiais.

3ª) "Bem aventurados os que choram, porque serão consolados.
Chorar? A amiga que chora vendo novela e até os telejornais... Chorar os pecados próprios e dos outros. Quando deixo a ira me dominar, quando agrido, quando me deixo levar pela ambição. Quando me deixo levar pelo “sim eu posso”, sem me atentar com o que preciso fazer para chegar ao objeto do desejo

2ª) "Bem aventurados os mansos, porque possuirão a terra.
Segundo Tomás de Aquino, Esta é a bem aventurança  dos que vencem o irascível.
Pois a virtude da mansidão exige que o homem controle o seu irascível de acordo com a razão, sem se exceder na ira, e sem faltar com a ira quando a injustiça exige reação.
Mansos não são aqueles que não reagem, que não tem fibra, e que tudo agüentam passivamente. Mansos são aqueles que controlam a ira, cumprindo o que disse São Paulo: "Irritai-vos, mas não pequeis". Não se ponha o sol sobre vossa ira...
A mansidão não é uma passividade alienada. A mansidão é uma virtude, e como tal, exige um esforço da vontade correspondendo à graça de Deus. Pela virtude da mansidão o homem domina o seu irascível que tenta levá-lo a impor sempre a sua própria vontade, ainda que de modo irracional. O iracundo quer impor-se e dominar a todos, (yes i can) e, exatamente por isso, acaba por não se impondo, mas produzindo revolta contra a sua tirania,
Provérbio chinês -  "espada aguçada demais, perde o fio facilmente". Temperamento de Crianças – buscar pela força – a aceitação das diferenças – da vontade e do direito do outro.
O homem que possui a virtude da mansidão tem controle completo de suas reações, ele é senhor de si mesmo.
O que se promete para os mansos?  Herdarão o que?
A palavra terra designa o homem, que foi feito de terra. (Somos pó e ao pó tornaremos) Então o que Cristo promete nesta segunda bem aventurança, é que possuirá a terra, ou seja: os mansos serão senhores de si próprios. Dominarão a sua própria natureza, a sua alma e o seu corpo. Deste modo, são os mansos aqueles que cumprem com o mandato divino a Adão: "Dominai a terra" (Gen. I, 28).
Se consigo dominar meu corpo, evitando excessos de todas as espécies, ele estará mais propício à saúde. Meu corpo estará em paz. Se consigo dominar mina natureza pecadora, estarei na direção de Deus. Minha alma terá paz!
Os iracundos -- que tem o vício oposto à virtude da mansidão -- buscam impor-se a todos e ao mundo todo. Querem dominar o mundo. Porém, como não dominam sequer a sua própria ira, como não dominam a sua própria natureza, mas a paixão da ira os escraviza, eles nada serão capazes de dominar nada.
 Pelo contrário, são os mansos que não querem se impor a ninguém por seu capricho, e não querem nada disputar com ninguém, por interesse próprio, são eles que terão a maior autoridade e que dominarão a terra e os homens.
E o dom do Espírito Santo que os ajuda a vencer-se e a dominar a terra é o dom da Piedade, que faz interessar-se pelo respeito dos direitos dos outros, especialmente quando os outros não tem como defender aquilo a que tem direito.
José Datrino – o Gentileza – Estudantes retirando o cinza dos muros, descobrindo desenhos e mensagens escritas: Gentileza gera gentiliza.   Só o amor constrói, o capitalismo destrói...
A história de José Datrino – o manso, o pobre de espírito, o que chora!

Quantos jardins podemos plantar em nossa cidade, nos canteiros da nossa dor?
Quantas flores estamos dispostos a oferecer para aqueles que não as vêm como o obra de Deus?
Quantos quadros negros poderemos encher com os ensinamentos da esperança?
Quantos buracos das ruas estamos dispostos a cobrir com a massa do compromisso pelo respeito às pessoas que nos cercam?
Que Deus nos conceda disposição e sabedoria para indicar, com atitudes,“o caminho que se deve seguir” às crianças, jovens...               
    Evandro A.

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